Phygital: Quando o virtual se integra com o real

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É um conceito recente. O phygital promete redefinir o conceito de ponto de venda. Quando o virtual se integra com o real, cria-se uma nova experiência, capaz de colmatar a necessidade do consumidor mais exigente.

Se olharmos à nossa volta reparamos que estão em todo lado. Centros comerciais, parques, restaurantes, às vezes até no trânsito… O quê? Pessoas agarradas ao telemóvel! Estamos todos cada vez mais conectados e já não abdicamos da tecnologia. O problema é que nem sempre o que estamos a ver no telefone se relaciona com o ambiente onde estamos inseridos.

PHYGITAL

Phygital. Trata-se da combinação do ambiente físico e digital de forma a proporcionar uma experiência de compra totalmente personalizada e centrada no consumidor. Pode parecer confuso, mas nós damos-lhe 2 exemplos para que perceba melhor:

 

1 – Phygital puro e duro

Em Los Angeles, a Nike abriu um novo conceito de loja. Desenvolvida de propósito para os membros NikePlus que têm acesso a uma série de aplicações e a subscrição do serviço gratuitamente. Foi desenvolvido especialmente a pensar nos atletas. E o que é que a Nike ganhou com isto? Dados! Conhecimento precioso sobre as preferências e o comportamento dos seus consumidores. O resultado é a Nike by Melrose, uma loja desenhada a pensar especificamente neste segmento, onde os produtos disponibilizados são escolhidos com base nos dados recolhidos. Os clientes podem ainda, através das aplicações, tirar dúvidas com a equipa, reservar produtos ou marcar sessões de aconselhamento.

 

2 – Dine on Time: Uma nova experiência de compra

Outro exemplo desta integração é uma aplicação desenvolvida pela Westfield Labs. A Dine on Time, permite ao consumidor evitar as filas intermináveis na zona de refeições de um centro comercial. Através da aplicação ele pode escolher o restaurante, selecionar o seu menu e efetuar o pagamento. A aplicação lança depois um alerta para que o cliente recolha a sua refeição. Este é um excelente exemplo do phygital aplicado ao melhoramento da experiência de compra: comer sem ter de esperar!

 

 

Estamos a assistir à transformação dos modelos de negócio como os conhecemos. A longo prazo a relação custo-benefício vai sempre favorecer o digital. Contudo, os pontos de venda continuam a ser o principal ponto de contacto com o cliente. É através deles que se constroem e desenvolvem as relações pessoais e onde se experimentam os produtos. O papel do ponto de venda estará cada vez mais voltado para a criação de vivências memoráveis.

 

O desafio é obter informação relevante sobre o consumidor. Direcionar os esforços do negócio para o desenvolvimento de ferramentas que complementem a experiência de compra. Acrescentar valor ao cliente e ao produto, em simultâneo.

 

Em suma, o phygital integra as tecnologias digitais nos espaços físicos. O objetivo é personalizar ao máximo lojas, escritórios e indústrias de forma intuitiva e inteligente. Cabe às empresas capacitar as equipas e os sistemas para que se analise e cruze informações do campo físico e digital. Só assim serão capazes de conceber um plano de negócio que enquadre esta nova dimensão de forma sustentável.

 

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